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02 de Março de 2018

NOTÍCIAS DO DIA 02/03/2018 - AGRONEGÓCIO

 

 

Reabertura da China aos EUA faz concorrência ao frango brasileiro (Folha de S. Paulo)


A reabertura das exportações de carne de frango dos Estados Unidos para a China, anunciada nesta semana, não trará efeitos imediatos para os exportadores do Brasil. Essa reaproximação entre as duas potências deve ser avaliada, no entanto, a médio prazo. Os dois países sempre fazem negociações que envolvem vários setores, buscando um conjunto de interesses, o que nem sempre ocorre com o Brasil. A avaliação é de Francisco Turra, presidente-executivo da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal). Os chineses retiraram as barreiras antidumping colocadas na carne de frango produzida pelos americanos, mas ainda não vão importar essa proteína dos EUA. Isso porque algumas regiões norte-americanas foram afetadas pela gripe aviária há três anos, uma doença difícil de ser eliminada. Os chineses sabem dos efeitos provocados pela gripe aviária, uma vez que ela recentemente dizimou boa parte da produção do país asiático. Tradicionalmente o segundo maior produtor mundial de carne de frango, a China acabou perdendo o posto para o Brasil nos últimos anos. Os Estados Unidos, que têm grande importância no mercado internacional, se mantêm na liderança. Em 2009, os americanos colocaram 613 mil toneladas de carne de frango na China. Em 2016, as portas do mercado chinês estavam fechadas para os EUA. Já o Brasil, que vendia 28 mil toneladas em 2009, atualmente exporta próximo de 500 mil toneladas por ano para o país asiático. Um retorno dos EUA no mercado chinês vai exigir do Brasil negociações mais profissionais com a China, segundo Turra. Essas negociações devem envolver o governo e ser abrangentes, segundo ele. (Leia mais: http://bit.ly/2FeoP86)

Soja atinge maior preço em 12 meses (Agrolink)


O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na quinta-feira (01.03) alta de 12,50 centavos de Dólar no contrato de Março/18 (referência para o Brasil), fechando em US$ 10,575 por bushel. Os demais vencimentos em destaque da commodity na CBOT também fecharam a sessão com valorizações entre 10,50 e 12,50 pontos. O mercado norte-americano da soja teve um dia de fortes de ganhos nos principais contratos futuros, atingindo mais um auge dos últimos doze meses. A T&F Consultoria Agroeconômica acrescenta que a valorização do grão superou até a alta do farelo de soja, que foi de 0,6% - também a mais alta dos últimos 20 meses. De acordo com a AgResource, o mercado na CBOT começou de maneira mista, com cotações testando o lado da baixa até se firmarem em hegemonia para novas altas: "Preocupações com a administração de Trump e pos¬síveis conflitos econômicos com a China tem colocado uma ‘pulga atrás da orelha' da especulação. No entanto, as atualizações climáticas para a Argentina voltaram a ser o grande foco dos operadores, que ainda apos¬tam em uma seca severa e em expansão no país". "Fundos de investimento voltam no empilhamento de posições compradas. (Leia mais:http://bit.ly/2taCTup)

Saudando o milho (Estadão)


Um mísero por cento foi o crescimento da economia brasileira em 2017, graças ao farto desempenho da indústria agropecuária. De resto, quando vista a economia pelo lado da produção, nada mais aconteceu no ano passado. Os serviços e a indústria ficaram parados, embora ambos tenham apresentado pálidos sinais positivos no último trimestre do ano. A taxa de poupança da economia brasileira não alcançou sequer os 15%, enquanto a taxa de investimento manteve-se no risível patamar de 15,6% -- uma anomalia mesmo na conturbada América Latina, excluindo-se, é claro, a Venezuela. Do lado da demanda, o consumo das famílias aumentou como o PIB - um por cento - ainda que tenha havido algum ganho real dos salários com a queda expressiva da inflação. O investimento encolheu mais uma vez, com variação negativa de quase 2%. O setor externo não ajudou, nem atrapalhou. Enfatizam as manchetes que o Brasil saiu da recessão, o que é verdade. (Leia mais: http://bit.ly/2oKFeqJ)

EUA: exportações de soja podem ser afetadas por guerra comercial com China (Istoé - Reuters)


As tensões comerciais entre Estados Unidos e China estão aumentando e podem afetar as exportações norte-americanas de soja para o país asiático. Há algumas semanas, o presidente dos EUA, Donald Trump, já tinha anunciado barreiras à importação de painéis solares e máquinas de lavar roupa, e nesta quinta-feira disse que vai impor tarifas sobre a importação de aço e alumínio - mercados em que a China é um player dominante. A porta-voz da Casa Branca, Sarah Huckabee Sanders, afirmou que detalhes sobre a possível elevação das tarifas para a importação de aço e alumínio somente serão divulgados na próxima semana. Grupos que representam produtores rurais temem que a medida provoque uma retaliação contra as exportações de grãos dos EUA, já que a China levantou recentemente a possibilidade de impor tarifas sobre o sorgo, um grão usado em ração animal. "Essas tarifas sobre aço e alumínio muito provavelmente vão acelerar uma postura ‘olho por olho' no comércio, colocando na mira as exportações agrícolas norte-americanas", disse Brian Kuehl, diretor executivo do grupo Agricultores pelo Livre Comércio, com sede em Montana. (Leia mais:http://bit.ly/2CT70WX)

Brasil exporta menos soja e açúcar em fevereiro; vendas de farelo de soja e milho crescem (Reuters)


O Brasil exportou menos soja e açúcar em fevereiro na comparação com igual mês do ano passado, mas impulsionou os embarques de milho, farelo e óleo de soja, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira. Números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que o país exportou 2,86 milhões de toneladas de soja em fevereiro, 650 mil toneladas menos frente igual período de 2017, possivelmente reflexo de atrasos no plantio e na colheita da oleaginosa neste ano. Mas houve um grande aumento nas vendas de produtos derivados da soja. O Brasil exportou 1,35 milhão de toneladas de farelo no mês passado, quase o dobro do volume de um ano atrás, e enviou ao exterior 125.641 toneladas de óleo de soja, ante 75.565 toneladas no ano passado. A Argentina, líder global na exportação de derivados de soja, está passando por uma grave seca, e o país deve ter menos farelo e óleo de soja para vender neste ano. Não está claro ainda, no entanto, se os compradores estão migrando para uma oferta segura de outros países produtores, como o Brasil. (Leia mais: http://bit.ly/2GXmrjo)

Agropecuária cresceu 13% em 2017 (Mapa)


A agropecuária foi o setor com melhor desempenho na economia em 2017, se destacando com alta de 13%, enquanto a indústria ficou estagnada e serviços tiveram recuperação moderada (0,3%). O Produto Interno Bruto (PIB) do ano, no valor de R$ 6,56 trilhões, em alta de 1% em relação a 2016, foi divulgado nesta quinta-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). O ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) comemorou o resultado. "O crescimento que o Brasil teve, praticamente, veio do agronegócio, da agricultura, da pecuária, dos negócios ligados ao nosso setor. Eu quero cumprimentar a cada um dos produtores brasileiros, a cada um daqueles que transformam o agronegócio em produtos que vão para as prateleiras. Essa é a grande vocação que o Brasil tem. Nós temos muita alegria em comemorar isso e preparando para que, em 2018, também o agronegócio tenha participação muito forte no PIB brasileiro". Maggi lembrou a super produção de grãos do último ano e disse que novamente está sendo colhida uma grande safra e "já preparando 2019, porque a agricultura não para nunca, colhe, planta e é o Brasil indo para frente". (Leia mais: http://bit.ly/2FKLAON)


Agronegócio foi perfeito em 2017 e vai ajudar neste ano (Folha de S. Paulo)


A safra recorde de grãos do ano passado gerou um PIB (Produto Interno Bruto) agropecuário também recorde. A evolução da agropecuária ajudou o país a sair do quadro recessivo que registrava até 2016. A agropecuária adicionou R$ 299 bilhões na economia em 2017 e o PIB do setor teve evolução de 13%.É a maior taxa anual desde 1996, quando o IBGE começou a série de Contas Nacionais Trimestrais da forma que é feita atualmente. Pode-se dizer que o cenário da agropecuária foi bem mais favorável do que o dos outros setores no ano passado porque a evolução das lavouras foi perfeita. Clima adequado, aumento de área plantada e as novas tecnologias que estão sendo implementadas no campo elevaram a produção para o recorde de 241 milhões de toneladas de grãos. Soja, milho e algodão se destacaram. A área com soja subiu para 35 milhões de hectares, e a produção da oleaginosa atingiu o recorde de 115 milhões. A produção de milho, que cresce ano a ano, também foi recorde, beirando os 100 milhões de toneladas no período. Se 2017 já foi bom, 2018 pode repetir a dose, com a agropecuária voltando a dar boa contribuição para o PIB. A produção de grãos pode ficar acima do que as estimativas iniciais indicavam, à exceção da do milho, que recua. (Leia mais: http://bit.ly/2FKo4kS)

Tombo esperado e sem complicações (Zero Hora)


Foi mais do que um empurrão que a agropecuária deu à economia nacional em 2017. A safra recorde colhida nos campos brasileiros alimentou expansão de dois dígitos do PIB do setor 13% e fez o país fechar o ano com crescimento de 1%, revertendo a trajetória de dois anos consecutivos de queda. - Esse crescimento é basicamente reflexo da supersafra. E o último trimestre também veio forte na pecuária - afirma Antônio da Luz, economista-chefe do Sistema Farsul (Federação da Agricultura do Estado). No Rio Grande do Sul, o setor também deve fechar com resultado positivo, ainda que não na mesma proporção do país. É porque em 2016 - base de comparação do PIB do ano passado - o Brasil registrou quebra de safra, enquanto o Estado, não. Para 2018, as perspectivas são outras. Além do patamar elevado do ano passado, a produção estimada é menor - o IBGE projeta redução de 6,8% na colheita, com 224,3 milhões de toneladas. - Isso cria condição de PIB negativo para o segmento, mas não é uma situação ruim. São aqueles truques estatísticos. (Leia mais: http://bit.ly/2oBe32m)


 

 

Fonte: ABPA

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